sábado, 19 de novembro de 2011

B737 Max emitirá 277 mil toneladas de CO2 a menos



A Boeing espera crescer ainda mais na América Latina com o lançamento do 737 Max, o seu novo modelo de corredor único. O mercado de aviões deste modelo irá representar 84% da demanda latino-americana de aviões nos próximos 20 anos, segundo a última previsão de mercado da fabricante norte-americana.


“Assim como o atual 737 Next-Generation, o 737 Max será uma aeronave importante para a frota da América Latina”, disse o vice-presidente de Vendas da Boeing Commercial Airplanes para a América Latina, Van Gallard. “Conforme interesse das aéreas de atualizar suas frotas com aviões mais econômicos que ajudam na otimização do consumo de combustível, o 737 Max poderá se tornar o avião do futuro”, completou.


Segundo a Boeing, a queima de combustível deste avião será 16% menor que a atual oferta do competidor e 4% menor que a oferta futura. O novo modelo ainda emitirá 277 mil toneladas de CO2 a menos e economizará cerca de 80 mil toneladas de combustível por ano.


SITEPara enfatizar o lançamento, a Boeing lançou recentemente um site dedicado ao 737 Max. No portal estão disponíveis fotos, vídeos e várias informações do novo avião. ara mais informações: www.newairplane.com/737/737Max/.


Fonte: Panrotas

Avianca estreia A320 na rota Porto Alegre / Recife



O voo inaugural do primeiro Airbus A320, de um total de 4 novas aeronaves que a Avianca receberá até o final deste ano, será realizado no dia 9 de dezembro, com saída do Aeroporto Salgado Filho, em Porto Alegre, com destino a Recife e escalas em Guarulhos (SP) e Brasília.


“Nosso crescimento será superior a 70% em passageiros transportados a partir de janeiro de 2012 em relação a janeiro de 2011. Esse é o resultado da aceitação pelo mercado de aviação do modelo bem-sucedido de negócios adotado pela Avianca", disse o vice-presidente comercial e de Marketing da aérea, Tarcísio Gargioni.

Para mais informações: http://www.avianca.com.br/.

Fonte: Panrotas

Anac concede mais dez anos de operação à Tam



Na manhã desta sexta, dia 18, a Tam recebeu a concessão de mais dez anos de exploração dos serviços de transporte aéreo pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac). O contrato foi assinado por Líbano Barroso, presidente da companhia e Marcelo Guaranys, diretor-presidente da Anac.


“É um processo normal que verifica a operacionalidade da empresa dentro dos padrões da legislação atual da Anac. É muito importante conseguirmos a segunda renovação da Tam em 35 anos de existência da aérea”, declarou Barroso.

Fonte: Mercado e Eventos

CEO da Iata destaca peculiaridades da aviação brasileira



Em participação no fórum que a Associação Latino-americana de Transporte Aéreo (Alta) realiza ontem e hoje no Rio de Janeiro, o diretor e CEO da Iata, Tony Tyler, destacou duas características específicas do mercado brasileiro, quando falou sobre aviação. Segundo ele, a concessão dos aeroportos e uma política de preços têm papel prioritário no desenvolvimento do setor. “O centro econômico do Brasil precisa de mais conectividade, o que deveria ser uma das principais estratégias econômicas do governo”, disse o CEO da Iata. “Mas o programa de concessões de aeroportos desenhado pelo governo traz sérias questões para as empresas aéreas, uma vez que o governo tem papel duplo, como responsável pelas concessões dos aeroportos e também como regulador econômico”, questionou.


Dirigindo-se às autoridades governamentais que participavam do encontro, Tyler pediu que o governo reavalie a fórmula de paridade de preços para o combustível. “Baseando-se no preço do mercado de Houston e incluindo encargos de importação e transporte, cria-se uma desvantagem competitiva de US$ 400 milhões anuais para as empresas aéreas”, disso. “Isso não deveria ocorrer no Brasil, que pode suprir 80% de suas necessidades de combustível com recursos próprios.” Tyler ainda citou estudo da Oxford Economics, sobre lucratividade na aviação civil. Segundo o estudo, a aviação contribui com R$ 32 bilhões para a economia brasileira, representando 1% do PIB e 700 mil empregos.


Apesar dos comentários sobre o Brasil, o CEO da Iata conclui que uma visão de longo prazo sobre a aviação latino-americana “só pode ser otimista”. “O potencial econômico dessa vasta e variada geografia só pode ser percebido com uma indústria de aviação de sucesso”, disse.


Fonte: Panrotas

Fusões animam mercado da aviação, mas governos preocupam



Para discutir consolidação de acordos e futuro das companhias aéreas, Líbano Barroso, CEO da Tam, Pedro Heilbron, CEO da Copa, Ignacio Cueto, COO da Lan, Fabio Villegas, CEO da Taca, e Roberto Kriete, presidente da Alta, participaram de mesa no Alta’s Airline Leaders Forum, no Rio de Janeiro. Nesta manhã (18/11), os líderes reunidos - conduzidos por Gabriela Frias, âncora da CNN – falaram sobre as fusões Latam e AviancaTaca, mudanças na configuração do setor aéreo e globalização.



Líbano Barroso, Tam; Fabio Villegas, da Taca, Ignacio Cueto, da Lan; Pedro Heilbron, da Copa; e Roberto Kriete, da Alta.


A menina dos olhos da vez é a Latam, fusão entre a chilena Lan e brasileira Tam. Recentemente unidas, as companhias ainda buscam alinhar seus processos operacionais. “Não importa se o melhor processo é da Lan ou da Tam, vamos buscar o melhor e aplicá-lo”, disse o CEO da Tam, Líbano Barroso. Ele também destacou a importância da formação de alianças, “Temos nossa marca local, que tende a crescer globalmente cada vez mais. Através de nossas alianças, um morador de Coari, lugar isolado no Amazonas, pode ir à China utilizando os serviços da Trip, da Tam e da Air China”.


Já o CEO da Copa, questionado sobre possíveis fusões, brincou “Estamos solteiros no momento. Mas é claro que sempre podemos nos apaixonar”. Para Heilbron, é importante pensar em alianças, quando se tem como meta a internacionalização de mercados.


O presidente da Alta, Roberto Kriete, aproveitou para sugerir o melhor caminho no processo de fusão. “Os objetivos devem ficar bem claros, é preciso saber exatamente aonde se quer chegar. Assim, é possível aplicar a estratégia cuidadosamente, como Avianca e Taca têm feito”, aconselhou Kriete.


Entre outras questões, os participantes levantaram o seguinte questionamento: até que ponto a intervenção do governo é saudável para o setor? Exemplos de grandes companhias que receberam investimentos por parte do governo e, ainda assim, quebraram. Por outro lado, investimentos em infraestrutura e aeroportos são bem vindos, por auxiliarem na eficiência dos serviços prestados.


O setor aéreo tem participação de 20% na economia brasileira, tendo se popularizado nos últimos anos. “Antes, era um verdadeiro evento viajar de avião. Agora, é um popular meio de transporte. Hoje, é uma questão de serviço público. Para se ter ideia, o setor gera direta e indiretamente quase um milhão de empregos”, afirmou Barroso.


Para os participantes da mesa, há uma grande dificuldade em fazer com que autoridades governamentais compreendam as mudanças atravessadas pelo setor. O COO da Lan acredita que os governos poderiam auxiliar na renovação das tecnologias empregadas. “É difícil seguir os avanços tecnológicos, muitas companhias têm obtido resultados ruins ou até mesmo quebrado. Essa é uma indústria que está longe de ser rica”, disse Cueto.


“Essa conferência é um importante passo. Precisamos que as autoridades entendam que essa indústria mudou. Há a necessidade de mover frotas para novos destinos e garantir segurança”, comentou Villegas, CEO da Taca.


Kriete analisou o cenário da aviação comercial nos últimos anos, “Se pensarmos que, há 13 ou 14 anos, era tão difícil viajar entre as capitais latino-americanas e, hoje, respondemos por 5% da aviação em todo o mundo, percebemos que é preciso mudar a postura dos governos quanto ao apoio às companhias aéreas”. Villegas também acredita que o crescimento significativo do setor demanda por mudanças políticas.


Questionado sobre quais seriam as preocupações para um futuro próximo, o presidente da Alta aposta em duas principais: os impactos da crise europeia na economia global e a alta do preço do petróleo, que comprometeria a elasticidade das tarifas. Kriete acredita que a redução do preço das passagens é uma tendência permanente. O CEO da Tam também defende essa tendência, “Os preços continuarão competitivos e os passageiros só têm a ganhar. O cliente terá cada vez mais opções”.


Entre as apostas dos líderes presentes, a Argentina foi citada por Barroso como um mercado crescente e atraente, além de fundamental à integração da América do Sul. Heilbron aposta na Venezuela como mercado estratégico. De acordo com o presidente da Alta, Caracas tem potencial para se tornar um importante hub no continente.


O Alta’s Airline Leaders Forum termina na noite de hoje (18/11) com coquetel no Windsor Barra Hotel, no Rio de Janeiro.


Fonte: Mercado e Eventos

quinta-feira, 5 de novembro de 2009

Primeiro vôo de teste do A330, nova aeronave da Airbus


TOULOUSE, França, 5 Nov 2009 (AFP) - A nova aeronave da fabricante europeia Airbus, o avião de transporte A330-200F decolou de Toulouse (sudeste da França) nesta quinta-feira para realizar o primeiro voo de teste, de acordo com imagens divulgadas pela empresa na internet.

Com esta aeronave, usada para transporte de mercadorias, a Airbus reaparece no mercado de aviões de carga de longo alcance, amplamente dominado pela rival americana Boeing.

A Airbus já recebeu 67 encomendas para o A330-200. A aeronave pode transportar 64 toneladas de carga com um alcance superior a 7,400 km ou 69 toneladas em distâncias de até 5930 km. Uma versão de passageiros do A330-200 está em serviço desde 1998.

quarta-feira, 19 de agosto de 2009

Feira Nacional de Aviação Civil

Essas imagens da Feira Nacional de Aviação Civil foram realizadas por Fábio Kruschewsky Lemos, servidor da ANAC e fotógrafo amador.

A Feira aconteceu nos dias 24, 25 e 26 de julho de 2009, na área do III Comando Aéreo Regional (COMAR), no Aeroporto Santos Dumont, Rio de Janeiro, e atraiu cerca de 40 mil pessoas entre adultos e crianças.